Agressividade e ataques para assumir poder nacional

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Historiograficamente não se registrou uma eleição com tantos golpes agressivos e com tanta falta de respeitabilidade humana.

A democracia direcionou-se para as margens do desespero. O mais interessante é que todos comprovam seus traços de personalidade e de cinismo. Os debates na primeira etapa eleitoral transformaram-se em programas televisivos direcionados para comicidade e com personagens inventivos.

A audiência aumentou consideravelmente, pois parecia um programa de humor do eterno Chico Anísio. Candidatos fizeram apologia à violência e a intolerância pela diversidade e se gladiaram-se com acusações notoriamente verídicas.

Em vista de tanta dramatização, os dados estatísticos qualitativos, quantitativos aplicados para averiguação da pesquisa eleitoral Brasileira trouxeram divisões para o cidadão.

A eleição virou uma praça de guerrilha. Deve-se ressaltar, que as eleições foram marcadas pela presença de escândalos cabeludos que já fazem parte das práticas historiográficas da politicagem nacional. Depois do desgastante programa eleitoreiro e de tantos personagens que lançaram suas marcas engraçadinhas na propaganda eleitoral gratuita, agora temos o segundo turno das Eleições 2014 que foi codificado com manchas da mentira e da falsidade.

Vale tudo para ganhar as eleições. Eles jogam e jogaram a poeira no ventilador expondo seus atos irregulares e ilegais. Na verdade, todos os dois candidatos à presidência estão manchados pela presença ou proximidade de alguma ação ilegal.

Aparentemente os atos de corrupção ficaram mais visíveis nos veículos comunicacionais. No passado, provavelmente os desvios foram maiores, entretanto o abafamento ditatorial político, partidário, impediram a divulgação nos veículos de comunicação de massa.

Também se deve acrescentar a falta de visibilidade intelectual de um povo que não tinha consciência política e que se deixava influenciar pelos dizeres da falsidade. Atualmente, mesmo com o índice de analfabetos existentes em nossa sociedade, temos um povo crítico que acompanha algumas ações da politicagem suja, portanto fica difícil confiar nos políticos nacionais.

Muitos envolvidos em desvios de verba estão brincando com o sofrimento de nossa gente tupiniquim. A candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) apareceu relembrando o episódio que o senador foi pego dirigindo com documentos vencidos e que se recusou a fazer bafômetro.

Outro episódio foi o aeroporto construído nas terras dos familiares do senador. Foram muitos ataques que o telespectador ficou com vergonha de ser brasileiro. O Aécio Neves (PSDB) apontou as falhas da Petrobras e desacatou a Presidente chamando-a de mentirosa, leviana.

Os desvios de verbas e as crises do partido de Lula foram realçados com ênfase. Dilma foi massacrada, pois o PSDB não aceitou as desculpas da presidente. Afirmou que não sabia da quadrilha infiltrada na Petrobras. Durante a pesquisa veiculada pelos dados do Ibope divulgada na quinta-feira (23) apresentava que a presidente estava com 49% das intenções de votos gerais e o Aécio com 41%.

Os votos dos brasileiros insatisfeitos, descrentes pela corrupção desenfreada retratada no território nacional direcionaram para brancos e nulos totalizando-se 7% e os eleitores indecisos somam 3%.

O povo deve criar uma revolução e exigir a mudança política nacional. Durante a candidatura ao Planalto dados estáticos foram mudados, pois acreditava-se que quem iria para o segundo turno seria a presidenciável Marina, no entanto mudou-se para a supresa dos candidatos.

O hibridismo das pesquisa colocaram a última informação no final da campanha que Dilma aparecia com 43% da preferência do eleitorado, enquanto o tucano tinha 45%. Deste modo, estavam tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que era de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Cada voto nessa eleição foi lutado a base da porrada e de total importância para eleição da nova gestão do Planalto Central. Os conflitos transferiram-se para os DILMISTAS E AECISTAS que brigaram nas vielas das capitais em busca de votos para os seus candidatos, agora desejamos sorte para o comandante que guiará nosso Brasil.

Foto www.correiodoestado.com.br

Jornalista e Mestre pela Universidade Federal do estado do Rio de Janeiro.

1 comentário

  1. ozita damasceno

    concordo com que lido,pois e um absurdo, o voto ser obrigatório enquanto temos que ser igual, peteca na mão de politico. essa disputa foi uma vergonha! falta de respeito com os eleitores.ainda ver em reportagem, o aumento do salario minimo para janeiro uma vergonha!!!

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