Guaçuí – adolescentes do Projovem visitam Fazenda da Esperança em Alegre

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Conhecer a fazenda fez parte da programação do miniprojeto “Drogas, elas me destroem”. Na oportunidade 32 adolescentes participaram de palestras e ouviram relatos dos trabalhos no local. 
Para encerrar as atividades de um miniprojeto de orientação e prevenção ao uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas, desenvolvido com os adolescentes do programa Projovem, foi realizada uma visita dia 13 de maio, a Fazenda da Esperança, em Alegre-ES, que atende mulheres dependentes químicas.

Na visita 32 adolescentes acompanhados dos orientadores sociais do programa, Bianca Gonçalves e Edgar dos Santos, participaram de uma palestra, com a coordenação da Fazenda da Esperança, com explicações sobre o funcionamento e como são os trabalhos desenvolvidos. Os jovens puderam, ainda, ouvir relatos das mulheres dependentes químicas, que estão em recuperação no local.

Conhecer a fazenda fez parte da programação do miniprojeto “Drogas, elas me destroem” e marcou o encerramento das atividades. “A ideia é conscientizar quanto ao uso e abuso de drogas, tanto as ilícitas, como também as lícitas, prevenindo os adolescentes para que não entrem em convívio com esse ambiente”, afirma o orientador social do Projovem, Edgar dos Santos.

“Dentro das atividades do Projovem realizamos diversos miniprojetos de orientação. Esse que encerramos, por exemplo, teve início no mês março e durou um pouco mais de dois meses. Além da visita de fechamento, trabalhamos com os adolescentes a apresentação de vídeos; dinâmicas; orientações e uma palestra com o soldado da Policia Militar do Espírito Santo, Ezequiel Viana”, explica a gerente do Projovem, Angela de Oliveira.

Projovem
O programa está vinculado ao Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, ofertado pelo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos. Atualmente atende 60 jovens com idades entre 15 e 17 anos.

O foco é o fortalecimento da convivência familiar e comunitária, o retorno dos adolescentes à escola e sua permanência no sistema de ensino. Isso é feito por meio do desenvolvimento de atividades que estimulem a convivência social, a participação cidadã e uma formação geral para o mundo do trabalho.

O público-alvo constitui-se, em sua maioria, de jovens cujas famílias são beneficiárias do Bolsa Família, estendendo-se também aos jovens em situação de risco pessoal e social, encaminhados pelos serviços de Proteção Social Especial do Sistema Único de Assistência Social (Suas) ou pelos órgãos do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Texto: Prefeitura de Guaçuí/Jackson Vimercati Passos
Foto: Projovem/Divulgação

Jornalista e publicitária. Diretora Presidente dos jornais Hora Aghá e Correio Regional.

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