Situação política e econômica do Brasil só piora

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A situação do Brasil só piora. Na economia, demos alguns passos em busca da estabilidade, mas não saímos do lugar. As medidas do ajuste econômico aprovadas pelo Congresso Nacional sequer taparam o buraco deixado pelos erros econômicos e pelo custo da reeleição de 2014.

Na política, a presidente fica a cada dia mais acuada. A cada etapa da operação Lava Jato cai mais uma parede do Palácio que abriga o governo. Ela só aniversaria em 14 de dezembro, mas vive um inferno astral desde que conquistou seu segundo mandato com falsas promessas.

Já Lula, queria entrar para a história como o Pai dos Pobres, como Getúlio Vargas. Deverá ser lembrado como o político que deu o maior golpe no país. Enganou a todo mundo. Até Paulo Maluf. Se não acabar preso como seus mais próximos colaboradores, vai no máximo ser lembrado como Fernando Collor de Melo, outra fraude, e que continua a aplicar golpes. Também está na Lava Jato.

Lula não quis aprender com o Mensalão, quando quase caiu do Planalto. Para permanecer no poder, deixou roubarem o país por mais quatro anos a partir de saques na Petrobras. A Vale do Rio Doce teria ido pelo mesmo buraco não fosse a resistência, à época, do seu presidente Roger Agnelli, que botou o pé na porta.

Dilma botou sua biografia no fogo por Lula e não conseguiu salvar o país, nem Lula, nem o PT. Na década de 80, era chique ser petista. Hoje eles se escondem, evitam restaurantes, aeroportos ou embarcam escondidos temendo vaias. Dilma governou mal, foi indecisa, marionete de Lula. Nenhuma das receitas que ela adotou deu certo.  Resultado: economia em frangalhos.

É preciso destacar, no entanto, que Dilma tem mais escrúpulos que Lula. Lula não poderia jamais colocar como substituto um político moralmente pior que ele – como o ex-ministro José Dirceu. Então, optou por uma mulher decente que nunca se envolveu em corrupção. Mas que aceitou dar continuidade a um governo corrupto. Difícil saber o que vai acontecer com o país porque para onde olhamos não existem nem vagalumes no fim do túnel, alguém já disse isso. Talvez a sorte do Planalto seja o recesso parlamentar e judicial – já no fim – , que esvaziou Brasília e garantiu alguns dias para Dilma tentar recompor sua base política via governadores.

Marcos Rosetti é jornalista
Foto Veja

Jornalista e publicitária. Diretora Presidente dos jornais Hora Aghá e Correio Regional.

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